quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Estratégias para minização de medicação psiquiátrica

Estimados leitores,


muitas das vezes na nossa prática diária somos confrontados com a preocupação dos pais ou de encarregados de educação pois foi diagnosticado aos seus filhos uma perturbação de hiperactividade, sendo que para tal foi prescrita medicação. Muitas das vezes essa medicação altera o padrão de comportamento da criança não só nos comportamentos esperados mas também em outros comportamentos.


Apesar da minha parte não ser contra a medicação pois em muitos casos é fundamental para o desenvolvimento harmonioso da criança/jovem, verifico que muitas das vezes não é tido em conta que da mesma forma que numa hipertensão ou numa diabetes a medicação prevenine e trata a doença, para as doenças do foro mental também se passa o mesmo.


Face ao exposto, o paciente toma anti psicóticos (Risperdal, Seroquel, Geodon, ou outros) deverá ter em atenção os seguintes fatores de risco:


- Abordar as questões médicas que poderão exacerbar os sintomas psiquiátricos:



  • Alergias;

  • Problemas Gastro intestinais;

  • Alterações hormonais;

- Problemas de sono



  • Insónia;

  • Inchaço das amígdalas / adenóides causar problemas quando o excesso de tecido das vias aéreas como obstrui os músculos relaxam nas fases mais profundas do sono - apnéia obstrutiva;

- Um bom sono (redução da cafeina, não utilização do computador à noite, não ter a televisão no quarto)


- Demasiada estimulação de jogos interactivos e outro material informático;


- Fazer exercício regular;


- Uma alimentação correta;


- Ter atenção nos horários da medicação e dosagens tomadas;


- Minimização de exposição a situações e pessoas que induzam stress;


- Tome suplementos vitaminicos;


- Estruture os horários (dos pais e da criança);


- Tire apontamentos de tudo.


Apesar destas estratégias muitas das vezes serem de dificil implementação poderão permitir que não exista nem a necessidade de prescrição médica nem a depedência de medicação.


Informação retirada de:


http://www.psychologytoday.com/blog/mental-wealth/201109/psychiatric-medication-minimization-strategies-part-i


http://www.psychologytoday.com/blog/mental-wealth/201110/psychiatric-medication-minimization-strategies-part-ii





segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Ponderação nos jogos online é fundamental

Caros leitores,

defrontei-me agora com uma notícia, deveras interessante, nomeadamente, da agressão que um adulto fez a um jovem após ter perdido um jogo online.

O adulto em questão após ter perdido o jogo dirigiu-se à casa do jogo para retirar satisfações relativamente a algumas piadas de mau gosto do jovem.

Apesar da notícia ser insólita, não podemos deixar de salientar que cada vez mais se observa na comunidade indivíduos que não conseguem (jovens ou não) que já não conseguem dissociar onde termina a vida virtual e onde inicia a vida real, sendo que muitas das vezes são muito mais reservados na sua vida real que na sua vida virtual, esquecendo que no mundo virtual tudo se sabe e que mais tarde ou mais cedo vai interferir com a vida real.

Retirado de: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/britanico-ataca-crianca-que-o-derrotou-no-jogo-call-of-duty

quinta-feira, 19 de maio de 2011

segunda-feira, 16 de maio de 2011

A puberdade

Caros leitores,

a puberdade trata-se de uma das fases mais importantes do desenvolvimento humano, sendo que inúmeros autores já escreveram sobre este tema.

Para não estarmos a abordar termos técnicos e conceitos abstratos, aqui vos deixo dois filmes animados sobre a puberdade.




quarta-feira, 4 de maio de 2011

Beijo Virtual

Caros leitores,

quando verificamos que cada vez mais os jovens comunicam e interagem mais pelas redes sociais, observamos que cada vez mais a virtualidade se torna mais real, contudo, não deixa de se levantar o paradigma da diferença entre as sensações virtuais (que não deixam de ser reais) que simulam o contato entre duas pessoas e as respectivas sensações reais.

De acordo com a notícia publicada na revista online "Ciência Hoje", um grupo de investigadores japoneses, "conseguiu desenvolver uma forma de transmitir a sensação de u
m beijo pela internet. O sistema, criado pelo Laboratório Kajimoto da Universidade de Comunicações Electrónicas, em Tóquio (Japão), utiliza um receptor que regista os movimentos da língua do utilizador, fazendo com que o outro aparelho os reproduza."

Por muito absurdo que neste momento no pareça esta situação não deixa de ser interessante de reflectir que o que se fazia há alguns anos passados nos quais as namoradas e noivas e esposas colocavam um pouco do seu perfume nas cartas que escreviam aos seus amados para quando eles recebessem a supra referida carta poderem ter uma melhor recordação num futuro próximo poderemos ter a possibilidade de enviar um beijo virtual através de email ou chat.

Porém, aqui coloca-se a grande questão de como se irão alterar as interações entre seres humanos perante esta inovação da tecnologia que simula o acto (neste caso de beijar), mas que omite os restantes sentidos humanos como o do toque, cheiro entre outros.

Como receberá um bebé o beijo virtual da sua mãe?

Nesta sequência coloca-se outra questão de como será afectado os aspectos de vinculação, nomeadamente, será que existirá diferença no comportamento do ser humano, conforme o que foi observado nas experiências de Harlow (http://pt.scribd.com/doc/19652066/PsicDesenvolvimento-Investigacao-sobre-Vinculacao-Harlow-Bowlby-Jaison-Poindron-e-Le-Neindre-CDuque-2004), no qual o macaco rhesus preferia a mãe afectiva em deterioramento da mãe de ferro que lhe fornecia alimento.

No caso das novas tecnologias que simulam as sensações humanas para o indivíduo que as recebe, qual será o "sujeito" que transmitirá uma maior vinculação, será o ser humano com as suas contingências comportamentais ou máquina que simula as sensações de acordo com o requerido pelo individuo?


quinta-feira, 28 de abril de 2011

Exploração Vocacional ao longo da vida

Caros leitores,

na sequência da pesquisa frequente sobre notícias acerca do temas abordados neste blog, deparei-me com uma reportagem no Jornal "Económico" no qual aborda um fenómeno relativamente recente que surgiu com o a introdução do "processo" de Bolonha ao ensino superior, nomeadamente, da alteração de curso aquando da matrícula no 2.º ciclo (mestrado) do ensino superior.
De acordo com a supra referida notícia cada vez mais se verifica que muitos alunos optam por um curso diferente do inicial aquando da sua formação superior, esta situação decorre em grande parte pelo que (Super, 1980) defende, nomeadamente, que o desenvolvimento da carreira de um individuo decorre em grande do seu auto conceito, do seu auto conhecimento e do seu comportamento, que estão intimamente associados ao ambiente que o rodeia e as necessidades que esse meio lhe impõe.

Neste artigo verifica-se de quanto cada vez se torna mais necessário o apoio aos alunos do ensino secundário e universitário sobre o desenvolvimento de carreira e a exploração vocacional.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Método de Maria Montessori


Caros leitores,

abordamos agora um pouco da pedagogia de Maria Montessori, que defende "que a pedagogia ou é científica ou não é pedagogia" (Marques, 2002). Para Montessori para a criança aprender deverão-se criar ambientes propicios a tal onde o manipular, agir, trabalhar entre outras actividades são fundamentais para a interiorização do que se pretende ensinar.

Saliente-se ainda que para Maria Montessori a matemática é fundamental, sobretudo através de materiais concretos.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Escrever e aprender

Caros leitores,

aqui vos deixo o link para uma notícia que estive à pouco a ler e que apesar de à muito ser defendida por inúmero investigadores nunca é tarde para relembrar de como é reestruturante para o cérebro escrever.

Saliente-se que um dos investigadores portugueses que à muito defende esta tese é Vitor da Fonseca.






domingo, 23 de janeiro de 2011

Psicologia Positiva

Caros leitores,

na sequência da anterior mensagem, no qual abordamos a problemática da depressão nos alunos do ensino universitário, decidi trazer nesta mensagem uma pequena abordagem à psicologia positiva, debruça-se sobre o estudo das experiências positivas e a trabalhar a capacidade de resiliência no sentido de quando o indivíduo for confrontado com situações adversas conseguir ter estratégias que ajudam a superar as suas dificuldades (para mais detalhes poderão ler: http://www.psicologia.com.pt/artigos/textos/TL0115.pdf).

Saliente-se que actualmente na componente de formação das forças armadas dos Estados Unidos da América já está contemplada a formação em psicologia positiva (http://www.newswise.com/articles/new-mental-health-program-to-train-army-soldiers?ret=/articles/channels&channel=109&category=feature&page=1&search[status]=3&search[sort]=date+desc&search[channel_id]=109)

Para terminar deixamos aqui uma excelente apresentação do Dr. Seligman sobre a Psicologia Positiva.

Em http://www.zeitgeistminds.com/videos/positive-psychology?term=seligman poderão ver o vídeo acompanhado pelo texto.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Depressão em estudantes universitários

Caros leitores,

tomei agora conhecimento de um estudo efectuado nos Estados Unidos da América no qual se concluiu que a sintomatologia de depressão na última década aumentou 10 pontos percentuais.
Este artigo salienta que um dos problemas para o aumento percentual acima referido também se deve a "tem a ver com o sucesso do tratamento de jovens alunos de idade escolar. Hoje, há mais efectivos os programas públicos e privados de aconselhamento para as crianças. Como
resultado, dizem especialistas em saúde, mais alunos com dificuldades de aprendizagem e problemas emocionais gerir bem durante os anos do ensino médio e depois ir para a faculdade."

Independentemente, da validade do argumento atrás referido verifica-se que muitas dos comportamentos observados nos estudantes norte americanos também se observam nos estudantes portugueses, sendo que com o aumento da escolaridade obrigatória para o 12.º ano verificamos que brevemente para a totalidade dos alunos o ensino universitário será uma saída inevitável para não ficar somente com o nível de escolaridade obrigatório.


Em baixo texto reproduzido na totalidade:

"Os investigadores dizem que uma doença mental grave é mais comum entre estudantes universitários do que era há uma década, com pessoas mais jovens que procuram tratamento para depressão e ansiedade. Um estudo apresentado na American Psychological Association constatou que o número de estudantes sobre os medicamentos psiquiátricos aumentou mais de 10 pontos percentuais nos últimos 10 anos.

Aconselhamento eficaz

Uma grande parte da razão para este aumento tem a ver com o sucesso do tratamento de jovens alunos de idade escolar. Hoje, há mais efetivos os programas públicos e privados de aconselhamento para as crianças. Como resultado, dizem especialistas em saúde, mais alunos com dificuldades de aprendizagem e problemas emocionais gerir bem durante os anos do ensino médio e depois ir para a faculdade.

"São jovens muitos dos quais no passado não teria sequer terminou o ensino médio", diz a Dra. Katherine Nordal, com a American Psychological Association. "Os serviços de educação especial no ensino médio significa que mais alunos com dificuldades emocionais e de necessidades especiais vão para a faculdade", com os seus homólogos mais estáveis emocionalmente.

Nordal pontos para um estudo recente mostrou que aproximadamente uma em cada quatro ou cinco alunos que visitam um centro de saúde da universidade para um resfriado ou dor de garganta de rotina torna-se "deprimido".

Enquanto a maioria das faculdades e universidades têm alguma forma de aconselhamento de saúde mental, a maioria são insuficientes e oprimidos, Nordal diz. Mas o tratamento está aí para os alunos que persistem e Nordal oferece alguns conselhos a amigos e familiares que querem ajudar a identificar problemas.

Reconhecendo os sintomas

Os sintomas crescem lentamente e de forma insidiosa, diz ela, ao longo do tempo.

"Não é como acender um interruptor e alguém tem humor normal e um comportamento de manhã e depois acorda na manhã seguinte em algum outro tipo de zona", diz ela.

Os jovens têm uma capacidade de recuperação e com a intervenção, pode ser uma mudança de vida.

Há também certos comportamentos que devem claramente soar um alarme: se os jovens estão se distanciando dos amigos, perder o interesse nas coisas que gostava de fazer uma vez, tornando-se irritado e zangado, com explosões em relação às pessoas que estavam perto deles, experimentando mudanças na alimentação ou padrões de sono, tendo inesperado, episódios inexplicáveis de choro - todos estes são sintomas potenciais de depressão, ansiedade ou outros problemas emocionais.

Estes problemas podem ser agravados pela própria natureza de ir para a faculdade. Para muitos jovens, esta é a primeira vez que saiu de casa por qualquer período de tempo. Eles estão fora da estrutura familiar familiar e seguro, com a disciplina dos pais, controle e aconselhamento. Eles podem se encontrar em um ambiente novo com um novo conjunto de pares.

Infelizmente, muitos novos amigos, diz Nordal, só não tem o "ponto de referência" sobre o comportamento do aluno "normal" para fazer um julgamento sobre o comportamento errático ou mudou. Muitas vezes é amigos próximos e familiares que sabem o melhor aluno - os novos amigos estão apenas começando a conhecê-los.

Mesmo assim, diz que se Nordal novos amigos do estudante perceba o que parece ser evidente a distância, dificuldade ou depressão, que deve sugerir o aluno procurar aconselhamento. Eles podem até mesmo a pressão do aluno, diz ela, porque em alguns casos, o tratamento pode salvar uma vida.

Intervenção Ajuda

Dr. Jerald Kay, um psiquiatra infantil e cadeira de psiquiatria da Wright State University School of Medicine, em Dayton, Ohio, especialista em saúde do adolescente e tem trabalhado com a Associação Psiquiátrica Americana sobre comissões de saúde mental da faculdade. Ele foi co-autor do livro Saúde Mental na Comunidade College .

Recentemente, Kay tratou de um estudante de 22 anos, masculino, cujos amigos estavam preocupados com o comportamento recente e exortou os estudantes a procurar ajuda. Kay observa os amigos estavam preocupados com problemas de alcoolismo extremo. O estudante estava bebendo todo fim de semana até o ponto onde ele desmaiou e não teve nenhuma memória do que aconteceu.

Ele também não estava dormindo bem, não era mais relacionadas com os seus amigos e tinha perdido 15 quilos em apenas seis semanas. Kay diz que logo após o início da psicoterapia, o aluno divulgou que ele tinha um plano para se enforcar no armário de seu dormitório, no gancho de roupa.

Felizmente, Kay foi capaz de tratar o aluno com psicoterapia e um anti-depressivo. Hoje, o aluno está fazendo bem. Ganhou peso, está dormindo melhor e mais importante, a sua visão sobre a vida melhorou. Então, tem seus relacionamentos com seus amigos, cujo incentivo para obter ajuda provavelmente salvou sua vida.

Enquanto o estudante era capaz de manter a sua acadêmicos em equilíbrio, Kay diz que muitas vezes não é o caso.

"Muitos dos jovens que eu vejo não ir para a aula", diz ele. "Eles não são capazes de completar tarefas, e você tem a sensação de que academicamente eles estão indo para baixo em uma espiral" e muitas vezes desistem de atividades extracurriculares, bem como, e gastar mais e mais tempo sozinho.

Kay diz que é eficaz uma vez que os alunos ficam em tratamento.

"Os jovens têm uma capacidade de resistência, e com a intervenção, pode ser uma mudança de vida", diz ele.

Mesmo assim, Kay diz que os programas da faculdade de saúde mental são geralmente sobrecarregado com o número de estudantes que precisam de ajuda. E quando houver conselheiros de saúde mental, ele observa que a maioria das escolas têm psiquiatras disponíveis apenas algumas horas por semana - uma imensa falta de ajuda especializada, de um tempo de grande necessidade, ele diz. E muitas escolas têm experimentado recentes cortes orçamentários nos programas de saúde mental."

Retirado de:

http://www.npr.org/2011/01/17/132934543/depression-on-the-rise-in-college-students

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Novo teste de DNA para diagnóstico Síndrome de Down

Caros leitores,

aqui vos deixamos a notícia que recentemente investigadores descobriram uma nova forma de examinar o sangue no sentido de detectar a síndrome de Down, reduzindo assim a necessidade de exames invasivos como a amniocentese em até 98 por cento, revela um novo estudo.

Dennis Lo Yuk-ming, professor de patologia química na Universidade Chinesa de Hong Kong, disse que o teste é altamente preciso para detectar se o feto carrega uma cópia extra do cromossomo 21, e produz praticamente nenhum falso-negativo.