terça-feira, 7 de novembro de 2017

Perigos n@ Internet - E se fosse consigo


PERIGOS N@ INTERNET - E SE FOSSE CONSIGO

Quantos pais sabem o que os filhos fazem quando estão na internet? Estarão conscientes dos perigos que se escondem atrás de um ecrã? Têm sido notícia encontros marcados com desconhecidos através da internet e que acabam mal. 



quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Escravos do Telemóvel (Jornal Expresso)

ILUSTRAÇÃO ALEX GOZBLAU

"desde que nos levantamos até que nos deitamos, pegamos no smartphone, em média, mais de 150 vezes e passamos quase 2h30 de olhos colados ao ecrã"
Por Nelson Marques no Jornal Expresso de 28/10/2017
Escravos do telemóvel

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Revista Visão faz reportagem sobre Sexting


«SECRETO, MAS POUCO


Para muitos pais, a questão central passou a ser, não “se”, mas “quando”. Quando falar disto com os filhos: no 2º ciclo de ensino? “Fico perplexo com a descontração com que, a partir dos 14 anos, sobretudo as raparigas, consentem aos pedidos dos rapazes, trocando fotos de partes íntimas”, diz Miguel Raposo, autor do livro Torna-te Um Guru das Redes Sociais (Manuscrito, 192 págs., €14,90). “Eles veem isto como uma coisa do momento”, acrescenta o gestor. Preocupa-o “eles mostrarem aos amigos sem se importarem com a identificação de quem enviou. Não está a cara, mas está o nome.”»
Publicado na Revista Visão a 5 de outubro de 2017: Sexting - O novo código do sexo

Prevenção e identificação de sinais de alerta de maus-tratos na infância



sábado, 21 de outubro de 2017

Gravidez na Adolescência / Parentalidade responsável



Caros visitantes,

aqui vos deixamos uma apresentação em powerpoint  acerca da parentalidade responsável, no qual se alerta para a importância da consulta de planeamento familiar, da gravidez na adolescência, do planeamento de carreira entre outras questões relacionadas com a gravidez.


terça-feira, 10 de outubro de 2017

Dia Mundial da Saúde Mental


Mensagem da Prof.ª Sílvia Palma, Coordenadora do Gabinete de Apoio ao Aluno e do Psicólogo Rodrigo Fragoso do Serviço de Psicologia e Orientação da AEPROSA.

Hoje assinala-se o Dia Mundial da Saúde Mental e não quisemos deixar de o assinalar no AEPROSA. 

Vivemos tempos muito agitados, em que não paramos para desfrutar o "aqui e agora", é tudo à pressa...sem tempo até para respirar. E é isso que vos desafiamos a fazer, respirar! Sim... respirar com consciência. Apreciar o resultado e, se possível, ir praticando com regularidade.

Depois transcrevo as palavras do "nosso" psicólogo Rodrigo Fragoso, que vos desafia à prática da respiração quadrada:

"A respiração consciente supõe uma maneira valiosa de restabelecer a calma e o equilíbrio interior ante contratempos emocionais. Quando sentimos o ir e vir da nossa respiração, a nossa perspetiva muda por completo. Podemos ver as coisas com maior clareza e agir a partir do equilíbrio interno em vez de sermos sacudidos para cá e para lá pelas agitações da própria mente.
Quando focalizamos a nossa energia-atenção na respiração conseguimos serenar o corpo e a mente de imediato. Vemos as coisas com maior clareza e com uma perspetiva mais ampla.
Assim o desafio para hoje é a pratica diária da respiração quadrada, pelo menos 5 vezes consecutivas. Como?
A respiração quadrada é um exercício de origem ióguica que tem extraordinários benefícios para o psicocorpo. Para isso, vais inspirar contando interiormente o tempo que demoras na inspiração. Suponhamos que contas até 4, retens o ar nos pulmões cheios durante o mesmo espaço de tempo que a inspiração, ou seja, 4, expiras o ar seguindo a mesma simetria de contar,4, e mantens-te com os pulmões vazios, sem inspirar, durante os mesmos 4 segundos.
Como poderás comprovar, vais manter a tua atenção focada nestes quatro passos que constituem a tua respiração, de maneira a que cada movimento seja harmonioso e não seja necessário aplicar nenhum esforço, mas sim, realizá-lo apenas com atenção e consciência.
Pode-se praticar sentado, mantendo as costas direitas, ou deitados no chão, mas o melhor é transportar o aprendido para diferentes momentos da vida quotidiana."

Cumprimentos saudáveis,

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Proposta de alteração do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro

Retirado de: http://www.portugal.gov.pt/pt/consultas-publicas/consultas-legistativas-curso/20170704-medu-inclusao-escolar.aspx


REGIME LEGAL DA INCLUSÃO ESCOLAR

Proposta de alteração do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro
O XXI Governo Constitucional elege, como um dos seus objetivos principais na área da Educação, a promoção de uma escola de qualidade para todos, em que o sucesso escolar se constrói com a inclusão plena de todos os alunos, através da adoção de medidas que lhes garantam o acesso ao currículo e a aprendizagens significativas e efetivas.
Portugal é reconhecido internacionalmente como um dos países com mais integração de crianças e jovens com deficiência no sistema educativo, um caminho trilhado com sucesso nas últimas décadas e para o qual a aplicação do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, alterado pela Lei n.º 21/2008, de 12 de maio, muito contribuiu.
Contudo, Portugal é ainda um país com baixas taxas de inclusão dos alunos no sistema educativo, subsistindo nas escolas um número significativo de jovens, com necessidades específicas, em espaços físicos ou curriculares segregados.
Esta constatação e a sua identificação por diferentes atores do setor sustenta a necessidade de se proceder a uma revisão do quadro legal em vigor, de modo a criar condições que permitam dar passos no caminho da construção de uma escola progressivamente mais inclusiva.
Neste sentido, através do Despacho n.º 7617/2016, de 8 de junho, o Governo constituiu um grupo de trabalho interministerial, com o objetivo de apresentar propostas de alteração ao Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de Janeiro, alterado pela Lei n.º 21/2008, de 12 de maio.
Este grupo de trabalho foi coordenado por um representante do Secretário de Estado da Educação e contou com a participação de representantes da Secretária de Estado Adjunta e da Educação, da Secretária de Estado para a Inclusão das Pessoas com Deficiência, do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), da Direção-Geral da Educação (DGE), do Instituto Nacional para a Reabilitação (INR), do Instituto da Segurança Social (ISS), da Direção-Geral da Saúde (DGS), do Conselho das Escolas e da Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP).
A proposta agora apresentada teve em conta, não apenas as conclusões de um grupo de trabalho constituído para o efeito na anterior legislatura, mas também as recomendações de um conjunto alargado de individualidades e instituições auscultadas, constituídas por:
  • Especialistas de reconhecido mérito na área da educação inclusiva, de diferentes universidades e países;
  • Associações profissionais e científicas ligadas à inclusão;
  • Associações de pais e encarregados de educação de crianças e jovens com deficiência;
  • Outras associações com atividade na área das necessidades educativas especiais;
  • Grupo de trabalho sobre educação especial da Comissão de Educação e Ciência da Assembleia da República;
  • Estruturas sindicais;
  • Entidades e indivíduos que manifestaram intenção de participar nas discussões do grupo de trabalho.
Em resultado da reflexão produzida e das recomendações apresentadas pelo grupo de trabalho, o Governo decidiu criar um novo regime legal que assenta num conjunto de princípios que aqui se enunciam:
  • A construção de procedimentos para uma escola inclusiva centrada no acesso ao currículo;
  • A igualdade de oportunidades como ponto de partida;
  • A abordagem multinível para a identificação de medidas de acesso ao currículo e às aprendizagens;
  • A cooperação e trabalho de equipa na identificação e promoção de trabalho para alunos com necessidades específicas;
  • A clarificação de papéis dos diferentes intervenientes;
  • A avaliação e certificação de todos os percursos de aprendizagem;
  • O reforço de intencionalidade na transição para a vida ativa.
O Governo, não obstante o processo alargado de auscultação já realizado pelo grupo de trabalho, decidiu submeter a proposta de decreto-lei a consulta pública, ficando a mesma disponível no portal do Governo e da Direção-Geral da Educação.
Até ao dia 31 de agosto de 2017, os interessados poderão analisar as soluções propostas e, sendo caso disso, apresentar as sugestões que entenderem úteis, através do seguinte endereço de correio eletrónico: edinclusiva@dge.mec.pt .