terça-feira, 5 de março de 2019

Atitude e Compromisso para mudança


The psychology of your future self


Dan Gilbert: It's the end of the world as we know it (and I feel fine)



Dan Gilbert - Esta vida Emocional


Daniel Todd Gilbert nasceu a 5 de novembo de 1957 é um psicólogo social e escritor É professor de psicologia Edgar Pierce na Universidade de Harvard. É conhecido pela sua pesquisa com Timothy Wilson da universidade de Virgínia sobre previsão afetiva. É o autor do best-seller internacional Stumbling on Happiness, que foi traduzido para mais de 30 idiomas e ganhou os Royal Society Prizes de 2007 pela Science Book'sEscreveu também ensaios para vários jornais e revistas, organizou uma curta série de televisão não-ficção na PBS e deu 3 palestras para a TEDex.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Viciados em jogos de computador


Dia internacional contra a utilização de crianças-soldado



A UNICEF define “criança-soldado” como “qualquer pessoa com menos de 18 anos que é parte de qualquer tipo força armada regular ou irregular ou grupo armado qualquer que seja a função que exerce, incluindo, mas não se limitando a, cozinheiros, mensageiros e qualquer pessoa que acompanhe tais grupos, que não a família dos seus
membro.
Entre as centenas de milhares de rapazes e raparigas recrutadas por forças ou grupos armados pelo mundo fora nem todos participam ativamente em combates. A muitos são dadas tarefas de apoio, como a de moverem soldados feridos para fora das linhas de batalha, de transportarem munições, de espiarem os inimigos ou servirem de mensageiros e, no caso das raparigas, forçadas à servidão sexual. Mas todos testemunham atos de violência ou são obrigados a cometê-los.
Os efeitos psicológicos do serviço militar numa criança que foi soldado são muito variados, devido aos atos de violência brutal a que foram sujeitos. As repercussões desses atos são significativas, já que decorrem num período de formação da personalidade. Podem manifestar-se por choros constantes, pesadelos recorrentes, podem ter depressões, deixar de rir, ter falta de apetite, falta de concentração na escola e um comportamento retraído. Se não forem combatidos os danos psicológicos podem ter consequências duradouras.
A solução para as sequelas psicossociais da participação das crianças nos conflitos em grande parte e necessariamente é levada a cabo por um plano nacional e da comunidade. Todos os programas devem partir de uma perspetiva a longo prazo.



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domingo, 9 de dezembro de 2018

Dia Internacional dos Direitos Humanos



O Dia Internacional dos Direitos Humanos é celebrado anualmente a 10 de dezembro, honrando o dia em que a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, onde se enumerava os direitos básicos que devem assistir a todos/as os/as cidadãos/ãs.
Os direitos humanos são os direitos e liberdades básicas que todos os seres humanos têm de forma a garantir uma vida digna. De certa forma estão relacionados com os princípios de liberdade de pensamento, de expressão, de igualdade perante a lei e de respeito em relação a outra pessoa, merecendo cada pessoa ser respeitada com dignidade.
Desta forma, os direitos humanos baseiam-se nos pilares essenciais da humanidade: a liberdade e a plena igualdade entre todos os seres.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos é um documento que marca a história dos Direitos Humanos, estabelecendo a sua proteção universal e salvaguardando as injustiças vivenciadas em várias partes do mundo.
A igualdade é um dos princípios base que orientam os Direitos Humanos. Remete-nos, igualmente, para o facto de ninguém ser beneficiado ou prejudicado por causa da sua idade, sexo, deficiência, estado civil, profissão, entre outros.
Torna-se assim urgente a construção de uma sociedade que tenha presente a cidadania e a garantia dos direitos humanos. Para tal, é necessário que cada cidadão/ã acredite e lute por uma sociedade justa e solidária, que promova uma nova consciência crítica.
A lei trata todos por igual. Todos temos os mesmos direitos e deveres qualquer que seja a ascendência, sexo, raça, religião ou convicções políticas de cada um. Isto é o princípio da igualdade.
Porém infelizmente a sociedade não age de acordo com o que a lei prevê que seja feito, por isso dia após dia são noticiados casos de privação dos direitos humanos de várias formas.
Na vida quotidiana vemos e convivemos com tantas situações de desrespeito de agressividade, o que é extremamente preocupante pois temos normalizado a falta de cumprimento dos direitos humanos, e habituamos nos a sermos coniventes com situações de discriminação.
Não devemos entrar para o ciclo, estar confortáveis em ver o sofrimento dos outros, que todos os dias são desrespeitados agredidos violados. É altura de defender a igualdade praticada não só a falada, de revermos conceitos e fazer introspeções.
Uma dica para reflexão, sempre que ouvir, ver, ler algum episódio de incumprimento dos direitos seja ele de que fórum for, pergunte-se “e se fosse comigo?”.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Dia Internacional para a Abolição da Escravatura


Sempre que se fala em escravatura, vem à mente a imagem do negro, acorrentado, que vinha da África para a América/Europa nos navios negreiros do século 17 e 18. Naqueles dias, os negros eram usados como mão de obra barata para a acumulação de riqueza.

Apesar dos progressos registados, a abolição da escravatura é ainda uma meta em pleno século XXI, constituindo-se o dia 2 de dezembro como uma altura de reflexão e de luta contra esta realidade.
A escravatura ainda se faz sentir nos dias de hoje de várias formas: trabalho forçado, servidão obrigatória, tráfico de crianças e mulheres, prostituição, escravatura doméstica, trabalho infantil, casamentos combinados, entre outros.

A nova escravatura é mais vantajosa para os empresários que a da época das colonizações, pelo menos do ponto de vista financeiro e operacional.

Todos os anos, milhares de meninas e de mulheres são “recrutadas”, deslocadas e coagidas. No relatório de 2000 do Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP), estima-se que, por ano, quatro milhões de mulheres e de raparigas menores são vendidas aos seus esposos ou a mercadores de escravos. A UNICEF estima em 1,2 milhões o número de crianças atingidas anualmente pelo tráfico de seres humanos.

Recentemente chegou se a esta definição de escravatura com vista a prevenção, repressão e punição do tráfico de pessoas, em particular de mulheres e de crianças, refere-se a ela como o  recrutamento, transporte, transferência, recepção ou acolhimento de pessoas, pela ameaça ou pelo recurso à força ou a outras formas de coacção, por sequestro, fraude, vigarice, abuso de autoridade ou de uma situação de vulnerabilidade, ou pela oferta ou aceitação de pagamentos ou de vantagens para obter o consentimento para que uma pessoa tenha autoridade sobre outra para fins de exploração.

Esta escravatura do seculo 21 carreta custos gravíssimos a saúde mental de quem é vítima e de quem esta a redor da vítima, pode originar crises de pânico, ansiedade, depressão e até mesmo a suicídio que infelizmente é a “solução” que as pessoas encontram para fugir ao tormento.

Está mais do que altura de realmente conseguirmos abolir a escravatura, depende muito de nos, devemos estar sempre informados acerca das novas formas de escravatura e principalmente como identifica las e evitar cair em “armadilhas”. Sempre atentos para nos protegermos e ajudar ao próximo.



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sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Dia Mundial do Combate à SIDA

O Dia Mundial de Luta Contra a Sida é comemorado a nível mundial no dia 1 de dezembro.
Este dia visa alertar as populações para a necessidade de prevenção e de precaução contra o vírus da SIDA. Este vírus ataca o sistema sanguíneo e o sistema imunológico do doente.

O que o VIH faz destrói as células que defendem o organismo, faz com que as pessoas fiquem mais fracas e sensíveis a outras doenças muito graves (como a tuberculose, a pneumonia ou o cancro). Este vírus evolui de forma diferente de pessoa para pessoa.

Uma pessoa pode ficar infetada com o VIH através de relações sexuais, por contacto com sangue infetado através da partilha do uso de objetos cortantes e seringas, ou pode passar de mãe para filho durante a gravidez ou o parto e pela amamentação.

A transmissão pelo VIH pode ser facilitada entre os utilizadores de drogas e os seus parceiros sexuais, se o consumidor for estimulado sexualmente ou desinibido pelas drogas. Os utilizadores quando estão sobre efeito da droga perdem boa parte da sua capacidade de julgamento e com facilidade expõe se a comportamentos de risco como o sexo desprotegido e a partilha de objetos cortantes.

Ainda não foi descoberta uma cura para a infeção com o VIH mas existem já medicamentos para prevenir que o vírus seja contraído e tratamentos (chamados anti-retrovirais) que permitem que a SIDA não avance durante algum tempo.

Há cuidados que todos nós devemos ter para prevenir a SIDA: evitar entrar em contacto com o sangue de outras pessoas (ter especial cuidado com seringas, corta-unhas, escovas de dentes e outros objetos de higiene pessoal) e, no caso das pessoas com a vida sexual ativa, usar sempre preservativo durante as relações sexuais mesmo que esteja numa relação monogâmica a bastante tempo.

É importante ressaltar que o vírus não escolhe raça, sexo, idade, status social, nível de escolaridade, orientação sexual, qualquer pessoa que não se previna esta sujeito a infetar se e que a exposição ao risco não precisa ser continua uma e única vez é suficiente.

Para saber o seu estado pode pedir ao seu médico de família ou médico assistente que prescreva o exame. Outra opção passa por fazer o teste (anónimo, confidencial e gratuito) num CAD - Centro de Aconselhamento e Deteção Precoce do VIH/SIDA.

Nalguns locais (unidades móveis de saúde, instalações de ONGs, alguns serviços de saúde) poderá fazer os chamados testes rápidos. Para evitar resultados falsos-negativos estes testes são extremamente sensíveis; por esse motivo, caso sejam reativos, deverá sempre seguir-se um teste por colheita e análise de sangue nos locais acima referidos.

O diagnóstico de infeção por VIH pode provocar um conjunto de emoções com as quais pode ser difícil lidar: ansiedade, negação, depressão, medo da morte do estigma. O apoio psicológico e aconselhamento é, assim, fundamental para garantir o bem-estar dos seropositivos.


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quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher


No dia 25 de Novembro assinala-se em Portugal e no mundo o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher.
Todos os dias, inúmeras mulheres e raparigas são vítimas de algum tipo de violência. Muitas vezes, estão privadas dos seus direitos e não conseguem aceder ao apoio de que necessitam para ultrapassar o impacto que a violência teve nas suas vidas.
Evitar a violência contra a mulher está em nossas mãos. Devemos saber reconhecer qualquer tipo de situação que nos atinja e interrompê-la a tempo.
Não existe apenas um tipo de violência contra a mulher. A violência e o abuso podem acontecer em várias situações e em diferentes ocasiões. Em relação à maneira de realização da violência vamos agora listar e esclarecer sobre as mais frequentes.
Violência física: esse pode ser o tipo de violência mais evidente, pois deixa marcas externas. Esse tipo de violência está relacionado a qualquer dano e sofrimento físico da mulher causado por outra pessoa. Muita das vezes a vítima tenta disfarçar as marcas e para tal veste roupas com mangas anda sempre tapada e quando não há como esconder inventa uma história para justificar as marcas.
Violência psicológica: ocorre principalmente quando as mulheres são humilhadas e tentam disfarçar como se não tivesse acontecido nada. Embora essa situação muitas vezes passe “despercebida”, pode causar baixa auto-estima e problemas psicológicos como depressões crises de ansiedade e até ideias suicidas.
Violência sexual: esse tipo de violência inclui tudo o que houve antes do ato sexual em si quando este acontece por meio de agressão e sem o consentimento da mulher.
Violência simbólica: esse é um dos tipos de violência mais naturalizado/banalizado porque pode ser observado no dia a dia. São principalmente todas as mensagens, ícones, publicidade e, até mesmo, as letras das músicas que desvalorizam as mulheres. Por exemplo, quando destacam a mulher como fraca e delicada.
Na sequência do referido anteriormente importa que:
- Se identifiquem os atos de violência;
- Que não se banalize os atos de violência;
- Que quem seja vitima de violência procure ajuda;
- que quem conheça situações de maus-tratos as denuncie.