O blog tem como principal objectivo divulgar temáticas que possam ser de interesse da comunidade educativa
quinta-feira, 9 de março de 2017
quarta-feira, 8 de março de 2017
segunda-feira, 6 de março de 2017
Deveres dos alunos - Não utilizar dispositivos móveis de comunicação dentro da sala de aula
Artigo 136º
Deveres
1. São deveres dos alunos:a) Comportar-se com correção, em todas as situações e espaços do Agrupamento, no respeito pelos docentes, funcionários e demais colegas.
b) Assumir a responsabilidade de todos os seus atos com dignidade e compostura.
c) Não utilizar dispositivos móveis de comunicação dentro da sala de aula, sem indicação do professor, para fins pedagógicos, sob pena de os mesmos serem temporariamente confiscados pelo professor, que lhe solicita que os desligue e os entrega ao diretor de turma. Caso isso venha a acontecer, a devolução dos dispositivos móveis de comunicação só acontece na presença do encarregado de educação.
d) Pagar à escola qualquer dano por si causado intencionalmente, independentemente de outras sanções aplicáveis pela lei.
e) Cumprir o Plano de Emergência e Evacuação da Escola e os regulamentos das salas especificas.
f) Esperar, com respeito, a sua vez, formando uma fila de espera, nomeadamente no bufete, papelaria, refeitório e serviços administrativos.
g) Cumprir as normas estabelecidas pelo conselho de turma.
h) Fazer-se acompanhar do material necessário para cada aula.
i) Ser responsável no cumprimento das tarefas que lhe são atribuídas.
j) Realizar os testes em folhas próprias da escola do Agrupamento.
k) Esperar pelo professor de forma correta, de modo a não perturbar o funcionamento das aulas ue já se encontrem a decorrer.
l) Não abandonar o local junto da sala de aula sem que o funcionário responsável o autorize, caso o professor se atrase.
m) Entrar na sala de aula e sair de forma ordeira.
n) Ocupar os lugares indicados pelo professor de cada disciplina ou pelo diretor de turma.
o) S abandonar a sala de aula ap s a autori ação de saída.
p) Não permanecer dentro da sala de aula durante os intervalos, salvo autorização expressa em contrário.
q) Não permanecer nos corredores junto das salas de aula e na zona exterior junto das janelas, durante as atividades letivas. r) Manter uma conduta correta e ordeira durante os intervalos.
s) Não permanecer, no parque exterior, junto das janelas das salas de aula do rés do chão quando nelas estejam a decorrer atividades letivas.
t) Não usar linguagem ofensiva para com qualquer elemento da comunidade educativa e no recinto escolar. u) Apresentar um aspeto limpo, tanto no que diz respeito ao corpo como ao vestuário.
v) apresentar-se com vestuário adequado ao espaço – escola e especificidade das atividades escolares, sendo interdito:
i. o uso de bon ou c ap u nas salas de aula, nos gabinetes e nas salas da direção.
ii. vestuário de praia, vestuário que evidencie roupa interior ou ostensivamente partes do corpo e vestuário com imagens consideradas desrespeitosas, em todos os locais da escola.
w) Não circular de bicicleta, moto, carro, "skate" ou patins dentro do recinto escolar.
x) Não mascar pastilha elástica nem comer ou beber na sala de aula e respetivos blocos, nem nas instalações desportivas.
y) Não se fazer acompanhar de aparelhos de som ligados no recinto escolar.
http://www.aeprosa.pt/downloads_pdfs/paginas/25/anexos/Regulamento_Interno_29_11_2016_alterac%CC%A7o%CC%83es_CG_indice%20completo%20(1).pdf
Nomofobia - Medo de ficar sem telemóvel ou computador
| https://pt.pinterest.com/marulbc/nomofobia/ |
Nomofobia é a fobia causada pelo desconforto ou angústia resultante da incapacidade de comunicação através de aparelhos móveis ou computadores
De facto, "na geração actual as pessoas ficam muito ansiosas - não sei se ao nível da fobia - , muito preocupadas quando não têm o telemóvel", aponta a psicóloga Maria de Jesus Candeias.
As especialistas alertam, contudo, para o facto de os pacientes apenas procurarem ajuda médica quando têm outras doenças. E lembram que associados a estes medos irracionais costumam estar ataques de pânico, crises de ansiedade e até depressões.
sábado, 4 de março de 2017
Viciado na internet e videojogos
Muitos
pais são preocupações sobre o uso da Internet por seus filhos. Um
estudo da Pew Research descobriu que mais de 50 por cento dos
13 a 17 anos de idade ir online várias vezes ao dia e quase um
quarto estão on-line "quase constantemente". Cerca de 60%
dos pais acham que seus adolescentes são viciados em dispositivos
móveis de acordo com uma pesquisa recente da Common Sense, um
grupo de defesa de pais. Cerca de metade dos adolescentes concorda.
Jogos
de vídeo são muitas vezes uma preocupação particular. Os
rapazes usam videojogos muito mais do que as meninas - em média os
rapazes adolescentes passam quase uma hora (56 minutos) jogando
videojogos todos os dias em comparação com uma média de 7 minutos
para meninas adolescentes, de acordo com a pesquisa Common
Sense. Em
qualquer dia, mais de 40 por cento dos meninos adolescentes jogam
videojogos em comparação com 7 por cento das meninas adolescentes.
sexta-feira, 3 de março de 2017
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
Prisioneiros da Internet - Adição sem substância
Caros leitores,
em virtude de na próxima semana iniciarmos as ações de sensibilização "Novas Tecnologias: Do Abuso à Dependência" e de observarmos com frequência nos nossos alunos alguns dos comportamentos abaixo listados, deixamos aqui um pequeno resumo dos critérios de diagnóstico do manual de diagnóstico e estatística das perturbações mentais (DSM V). Destacamos que um fator de risco para o jogo patológico é gosto pelo jogo na infância e adolescência.
Recomendamos ainda o visionamento da reportagem de Patrícia Pedrosa da RTP
Alertamos que qualquer diagnóstico só pode ser feito por um profissional, devidamente credenciado para o efeito. O referido no texto abaixo deverá servir como indicador de alerta para a consulta com o referido profissional.
- Necessidade de jogar com quantias de dinheiro crescentes de modo a atingir a excitação desejada.
- Inquietação ou irritabilidade quando tenta reduzir ou parar de jogar.
- Preocupação frequente com o jogo (por exemplo, pensamentos persistentes de reviver experiências prévias com o jogo, desvantagens ou planeamento dos próximos jogos, pensar em formas de obter dinheiro para jogar).
- Jogo frequente quando se sente angustiado (sentimento de desespero, culpabilidade, ansiedade, depressão).
- Após perdas de dinheiro no jogo, regressa muitas vezes noutro dia para as recuperar («resgate» das próprias perdas).
- Mentir ou dissimular a extensão do envolvimento com o jogo.
- Prejudicou ou perdeu relações significativas, emprego ou oportunidades de carreira ou académicas devido ao jogo.
- Depende de terceiros para obter o dinheiro para aliviar as situações financeiras desesperadas causadas pelo jogo.
Fatores de risco: O jogo que começa na infância ou no início da adolescência está associado a taxas de prevalência aumentadas de jogo patológico. O jogo patológico parece estar relacionado com a perturbação antissocial da personalidade, perturbações depressivas e bipolares, outras perturbações relacionadas com o uso de substâncias, particularmente com as perturbações de uso de álcool.
Consequências funcionais do jogo patológico: O funcionamento das áreas psicossocial, saúde e saúde mental pode ser afetado negativamente pelo jogo patológico. Especificamente, indivíduos com o jogo patológico podem, devido ao seu envolvimento com o jogo, prejudicar ou perder relações importantes com membros da família ou amigos. Tais problemas podem ocorrer devido a repetidas mentiras aos outros para esconder a extensão do envolvimento com o jogo, ou pelo pedido de dinheiro que é usado para jogar ou para pagar dívidas de jogo. O emprego ou atividade educativas podem também ser negativamente afetados pelo jogo patológico; absentismo ou baixo rendimento no trabalho ou na escola podem ocorrer em indivíduos com jogo patológico, podendo estes jogar durante o horário de trabalho ou escolar ou estar preocupados com o jogo ou com as suas consequências desfavoráveis quando deviam estar a trabalhar ou a estudar.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
Manual para a Educação de Infância (Crianças expostas a violência)
Crianças Expostas à Violência Doméstica. Conhecer e qualificar as respostas na comunidade.
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