sábado, 4 de março de 2017

Viciado na internet e videojogos


Muitos pais são preocupações sobre o uso da Internet por seus filhos. Um estudo da Pew Research descobriu que mais de 50 por cento dos 13 a 17 anos de idade ir online várias vezes ao dia e quase um quarto estão on-line "quase constantemente". Cerca de 60% dos pais acham que seus adolescentes são viciados em dispositivos móveis de acordo com uma pesquisa recente da Common Sense, um grupo de defesa de pais. Cerca de metade dos adolescentes concorda.
Jogos de vídeo são muitas vezes uma preocupação particular. Os rapazes usam videojogos muito mais do que as meninas - em média os rapazes adolescentes passam quase uma hora (56 minutos) jogando videojogos todos os dias em comparação com uma média de 7 minutos para meninas adolescentes, de acordo com a pesquisa Common Sense. Em qualquer dia, mais de 40 por cento dos meninos adolescentes jogam videojogos em comparação com 7 por cento das meninas adolescentes.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

BBC - Adição aos Video Jogos



Are You Addicted to the Internet?

Prisioneiros da Internet - Adição sem substância

Caros leitores,
em virtude de na próxima semana iniciarmos as ações de sensibilização "Novas Tecnologias: Do Abuso à Dependência" e de observarmos com frequência nos nossos alunos alguns dos comportamentos abaixo listados, deixamos aqui um pequeno resumo dos critérios de diagnóstico do manual de diagnóstico e estatística das perturbações mentais (DSM V). Destacamos que um fator de risco para o jogo patológico é gosto pelo jogo na infância e adolescência.

Recomendamos ainda o visionamento da reportagem de Patrícia Pedrosa da RTP
Alertamos que qualquer diagnóstico só pode ser feito por um profissional, devidamente credenciado para o efeito. O referido no texto abaixo deverá servir como indicador de alerta para a consulta com o referido profissional.
  • Necessidade de jogar com quantias de dinheiro crescentes de modo a atingir a excitação desejada.
  • Inquietação ou irritabilidade quando tenta reduzir ou parar de jogar.
  • Preocupação frequente com o jogo (por exemplo, pensamentos persistentes de reviver  experiências prévias com o jogo, desvantagens ou planeamento dos próximos jogos, pensar em formas de obter dinheiro para jogar).
  • Jogo frequente quando se sente angustiado (sentimento de desespero, culpabilidade, ansiedade, depressão).
  • Após perdas de dinheiro no jogo, regressa muitas vezes noutro dia para as recuperar («resgate» das próprias perdas).
  • Mentir ou dissimular a extensão do envolvimento com o jogo.
  • Prejudicou ou perdeu relações significativas, emprego ou oportunidades de carreira ou académicas devido ao jogo.
  • Depende de terceiros para obter o dinheiro para aliviar as situações financeiras desesperadas causadas pelo jogo.
Fatores de risco: O jogo que começa na infância ou no início da adolescência está associado a taxas de prevalência aumentadas de jogo patológico. O jogo patológico parece estar relacionado com a perturbação antissocial da personalidade, perturbações depressivas e bipolares, outras perturbações relacionadas com o uso de substâncias, particularmente com as perturbações de uso de álcool.
Consequências funcionais do jogo patológico: O funcionamento das áreas psicossocial, saúde e saúde mental pode ser afetado negativamente pelo jogo patológico. Especificamente, indivíduos com o jogo patológico podem, devido ao seu envolvimento com o jogo, prejudicar ou perder relações importantes com membros da família ou amigos. Tais problemas podem ocorrer devido a repetidas mentiras aos outros para esconder a extensão do envolvimento com o jogo, ou pelo pedido de dinheiro que é usado para jogar ou para pagar dívidas de jogo. O emprego ou atividade educativas podem também ser negativamente afetados pelo jogo patológico; absentismo ou baixo rendimento no trabalho ou na escola podem ocorrer em indivíduos com jogo patológico, podendo estes jogar durante o horário de trabalho ou escolar ou estar preocupados com o jogo ou com as suas consequências desfavoráveis quando deviam estar a trabalhar ou a estudar.