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| In Fonseca V. (2005). Desenvolvimento psicomotor e aprendizagem. Lisboa: Âncora Editores |
O blog tem como principal objectivo divulgar temáticas que possam ser de interesse da comunidade educativa
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Proteção das crianças contra a exploração sexual e os abusos sexuais (Convenção de Lanzarote)
Como existem muitas crianças que estão a passar por situações de exploração sexual e de abusos sexuais, o Conselho da Europa considerou importante elaborar uma convenção com normas especiais
para prevenir e proteger as crianças contra a exploração sexual e os abusos sexuais: a “Convenção do Conselho da Europa para a Proteção das Crianças contra a Exploração Sexual e os Abusos Sexuais”.
Uma convenção é um acordo assinado entre países para todos eles seguirem as mesmas regras.
Quando o governo de um país aprova uma convenção quer dizer que se compromete a cumpri-la.
Portugal aprovou esta Convenção em 2012, bem como outras, por exemplo, a “Convenção sobre os Direitos da Criança” em 1990, o que quer dizer que o nosso país se obrigou a defender os direitos das
crianças fixados nessas convenções.
Esta convenção tem 50 artigos, mas não são fáceis de entender por crianças e jovens, pelo que esta publicação foi preparada especialmente para dar a conhecer aos seus leitores mais jovens os direitos e
a proteção dadas pela Convenção.
A “Convenção do Conselho da Europa para a Proteção das Crianças contra a Exploração Sexual e os Abusos Sexuais” pode ser consultada na totalidade em:
https://dre.pt/application/file/a/178000http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Esaude/ebook_convencao_lanzarote_caderno_digital_-_vol_iii_a.pdf
http://www.coe.int/en/web/children/lanzarote-convention
Para mais informação nesta matéria pode ser consultada ainda:
https://www.psychologytoday.com/blog/somatic-psychology/201104/the-lingering-trauma-child-abuse
domingo, 4 de dezembro de 2016
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Novas tecnologias: do abuso à dependência
Novas tecnologias: do abuso à dependência de psicologiaestoi
Atualmente,
demos conta de que vivemos num mundo que roda em torno de ecrãs
(ecrãs de televisões, de PC, de tablets, smartphones.
“O
uso da Internet veio revolucionar a comunicação e o acesso à
informação. Nas ultimas décadas existiu uma rápida difusão da
Internet a nível mundial. O número de utilizadores da Internet, por
100 pessoas, aumentou 806% de 2000 a 2015. O telemóvel é o
dispositivo mais utilizado para aceder à Internet de forma rápida,
com um número estimado de 4,43 mil milhões de utilizadores no mundo
em 2015” (Patrão & Sampaio, 2016).
Vários
estudos com jovens indicam como desvantagem para a saúde no geral o
uso excessivo da Internet, que pode ser causa ou efeito de problemas
emocionais e relacionais.
Na
adolescência uma das tarefas principais está relacionada à
pertença a um grupo de pares, que vai permitir desenvolver as
competências sociais. Hoje em dia uma parte desta tarefa passa-se de
forma virtual. Há algum problema? Não, desde que essa não seja a
única via de relação e comunicação.
Nos
adolescentes portugueses parece existir uma tendência para procurar
ajuda online quando têm algum problema (e.g.
conflito com os pais, com os pares, com os professores). A baixa
autoestima, o isolamento, a depressão e a baixa perceção da coesão
familiar estão associadas ao uso problemático da Internet.
Posto
isto, o SPO debruçou-se sobre esta problemática elaborando
um poster com a finalidade de informar e
sensibilizar acerca dos cuidados a ter nas redes sociais.
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
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