quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Acceptance and Commitment Therapy (ACT)

 Acceptance and Commitment Therapy (ACT) is a type of psychotherapy that helps you accept the difficulties that come with life. ACT has been around for a long time, but seems to be gaining media attention lately. Categorically speaking, ACT is a form of mindfulness based therapy, theorizing that greater well-being can be attained by overcoming negative thoughts and feelings. Essentially, ACT looks at your character traits and behaviors to assist you in reducing avoidant coping styles. ACT also addresses your commitment to making changes, and what to do about it when you can't stick to your goals.
ACT focuses on 3 areas:
Accept your reactions and be present
Choose a valued direction
Take action.
Acceptance
Whether it be a situation you cannot control, a personality trait that is hard to change or an emotion that overwhelms, accepting it can allow you to move forward. Obsessing, worrying and playing things over and over keep you stuck. In this sense, asking why can leave you helpless. ACT invites you to accept the reality and work with what you have.
Some acceptance strategies include:
1. Letting feelings or thoughts happen without the impulse to act on them.
2. Observe your weaknesses but take note of your strengths.
3. Give yourself permission to not be good at everything.
4. Acknowledge the difficulty in your life without escaping from it or avoiding it.
5. Realize that you can be in control of how you react, think and feel.
Defusion
Another aspect of ACT is the skill-set of learning how to cognitively defuse psychologically heightened experiences. Defusion involves realizing thoughts and feelings for what they really are, like passing sensations or irrational things that we tell ourselves - instead of what we think they are like feelings that will never end or factual truths. The goal of defusion is not to help you avoid the experience, but to make it more manageable for you.
Some defusion strategies include:
1. Observe what you are feeling. What are the physical sensations?
2. Notice the way you are talking to yourself as these feelings are experienced.
3. What interpretations are you making about your experience? Are they based in reality?
4. Grab onto the strands of your negative self-talk and counter them with realistic ones.
5. Now re-evaluate your experience with your new-found outlook.
Acceptance and Commitment Therapy is not a long term treatment. The ACT experience of reworking your verbal connections to thoughts and feelings, known as comprehensive distancing, can be extremely helpful in the treatment of depressionanxiety and many other psychological disorders. For a good reference on ACT, link here.
https://www.psychologytoday.com/blog/two-takes-depression/201102/acceptance-and-commitment-therapy

terça-feira, 9 de abril de 2013

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Documentário sobre Sigmund Freud muito interessante

Caros leitores,

hoje trago-vos um documentário sobre Sigmund Freud que encontrei no Youtube e que achei muito interessante.






segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O efeito de espetador

Uma das questões que por norma ouvimos de muitos membros da comunidade educativa é que as crianças e jovens de hoje não têm as características de outros tempos, certo que em parte essa afirmação pode estar correta, não nos podemos esquecer que existem pormenores no que se refere à psicologia social que nos levam a ter determinados comportamentos, ainda que não nos pareçam lógicos.

Em baixo deixamos um vídeo acerca do efeito de espetador (bystander effect), que apesar de estar em inglês dá para perceber bem a característica do fenómeno.

O efeito de espetador é um fenómeno que está na origem de muitos exemplos de não se ajudar desconhecidos numa aflição (neste vídeo numa das partes o ator grita mesmo por ajuda e ninguém o socorre). De acordo com os estudos verifica-se que quanto maior é o grupo em que a pessoa está ou pensa estar, menor será a probabilidade de ir ajudar o desconhecido. Uma das razões para este comportamento é a difusão da responsabilidade (ninguém pensa que a responsabilidade seja sua, pois outros também têm o direito de atuar). Assim se explica que muitas vezes sejam praticados atos hediondos perante uma multidão impávida e serena.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Mudando o paradigma da Educação

Interessante... entre muitas das ideias defendidas pelo autor da palestra há uma que me chamou a atenção que remete para a reflexão da educação do Séc. XXI e que refere que o sistema nacionais de educação estão sendo reformulados em grande parte devido à globalização e a fatores monetários.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Estratégias para minização de medicação psiquiátrica

Estimados leitores,


muitas das vezes na nossa prática diária somos confrontados com a preocupação dos pais ou de encarregados de educação pois foi diagnosticado aos seus filhos uma perturbação de hiperactividade, sendo que para tal foi prescrita medicação. Muitas das vezes essa medicação altera o padrão de comportamento da criança não só nos comportamentos esperados mas também em outros comportamentos.


Apesar da minha parte não ser contra a medicação pois em muitos casos é fundamental para o desenvolvimento harmonioso da criança/jovem, verifico que muitas das vezes não é tido em conta que da mesma forma que numa hipertensão ou numa diabetes a medicação prevenine e trata a doença, para as doenças do foro mental também se passa o mesmo.


Face ao exposto, o paciente toma anti psicóticos (Risperdal, Seroquel, Geodon, ou outros) deverá ter em atenção os seguintes fatores de risco:


- Abordar as questões médicas que poderão exacerbar os sintomas psiquiátricos:



  • Alergias;

  • Problemas Gastro intestinais;

  • Alterações hormonais;

- Problemas de sono



  • Insónia;

  • Inchaço das amígdalas / adenóides causar problemas quando o excesso de tecido das vias aéreas como obstrui os músculos relaxam nas fases mais profundas do sono - apnéia obstrutiva;

- Um bom sono (redução da cafeina, não utilização do computador à noite, não ter a televisão no quarto)


- Demasiada estimulação de jogos interactivos e outro material informático;


- Fazer exercício regular;


- Uma alimentação correta;


- Ter atenção nos horários da medicação e dosagens tomadas;


- Minimização de exposição a situações e pessoas que induzam stress;


- Tome suplementos vitaminicos;


- Estruture os horários (dos pais e da criança);


- Tire apontamentos de tudo.


Apesar destas estratégias muitas das vezes serem de dificil implementação poderão permitir que não exista nem a necessidade de prescrição médica nem a depedência de medicação.


Informação retirada de:


http://www.psychologytoday.com/blog/mental-wealth/201109/psychiatric-medication-minimization-strategies-part-i


http://www.psychologytoday.com/blog/mental-wealth/201110/psychiatric-medication-minimization-strategies-part-ii