O blog tem como principal objectivo divulgar temáticas que possam ser de interesse da comunidade educativa
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020
quinta-feira, 30 de janeiro de 2020
segunda-feira, 27 de janeiro de 2020
Porque é que a calma pode não ser tão sensato quanto alguns gurus defendem?rus...
Não há emoções boas, nem emoções más. O importante é sabermos lidar com as nossas emoções.
segunda-feira, 25 de março de 2019
quinta-feira, 21 de março de 2019
Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial
A efeméride
foi criada pela ONU em 1969 nesta precisa data devido ao massacre ocorrido em
Joanesburgo a 21 de março de 1960: o Massacre de Sharpeville.
Neste dia
20.000 pessoas protestavam pacificamente contra a Lei do Passe, que obrigava a
população negra a ser portadora de um cartão com identificação dos locais onde
era permitida a sua circulação. A polícia do regime de apartheid disparou na
multidão desarmada, causando 69 mortos e 186 feridos.
Discriminação
Racial significa qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada
na raça, cor, ascendência, origem étnica ou nacional com a finalidade ou o
efeito de impedir ou dificultar o reconhecimento e exercício, em bases de
igualdade, aos direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político,
econômico, social, cultural ou qualquer outra área da vida pública.
O racismo se
apresenta, de forma velada ou não, contra judeus, árabes, mas sobretudo negros.
Todos os anos
se comemora a data com um tema relacionado com o racismo. A mensagem do Dia
Internacional de Luta Contra a Discriminação Racial é de igualdade e de combate
à discriminação racial. Neste dia a ONU reafirma e renova o seu objetivo de
ajudar a construir um mundo mais justo e igualitário.
Algumas
entidades realizam atividades relacionadas com o tema. Em Portugal destacam-se
neste capítulo a Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial
(CICDR) e o Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural – ACIDI,
que organizam seminários e outras iniciativas.
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sexta-feira, 8 de março de 2019
Dia Internacional da Mulher
Durante
séculos, o papel da mulher incidiu sobretudo na sua função de mãe, esposa e
dona de casa. Ao homem estava destinado um trabalho remunerado no exterior do
núcleo familiar.
O dia 8 de
março é o resultado de uma série de fatos, lutas e reivindicações das mulheres
(principalmente nos EUA e Europa) por melhores condições de trabalho e direitos
sociais e políticos, que tiveram início na segunda metade do século XIX e se
estenderam até as primeiras décadas do XX.
Ao ser
criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países,
realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel
da mulher na sociedade atual.
O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe
um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com
todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos,
violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira
profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado
nesta história.
Em
Portugal, a sua presença na vida pública evidencia que nos encontramos numa
sociedade mista, sem discriminação sexual jurídica pelo menos – no que se
refere a direitos e obrigações, mas o acesso da mulher ao mundo da
atividade política, da produção artística e das manifestações culturais nos
mais variados aspetos, está ainda longe de complementar suficientemente a
maneira masculina de abordar e desempenhar essas atividades.
Cabe-nos
como sociedade, sendo ou não mulher colaborar para que não haja mais diferenças
na maneira como as mulheres são tratadas, elas não são e nem querem ser mais ou
melhores que os homens, como algumas correntes machistas têm espalhado.
As
mulheres querem somente o seu direito, direito a igualdade!
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terça-feira, 5 de março de 2019
Dan Gilbert - Esta vida Emocional
Daniel Todd Gilbert nasceu a 5 de novembo de 1957 é um psicólogo social e escritor É professor de psicologia Edgar Pierce na Universidade de Harvard. É conhecido pela sua pesquisa com Timothy Wilson da universidade de Virgínia sobre previsão afetiva. É o autor do best-seller internacional Stumbling on Happiness, que foi traduzido para mais de 30 idiomas e ganhou os Royal Society Prizes de 2007 pela Science Book's. Escreveu também ensaios para vários jornais e revistas, organizou uma curta série de televisão não-ficção na PBS e deu 3 palestras para a TEDex.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
terça-feira, 12 de fevereiro de 2019
Dia internacional contra a utilização de crianças-soldado
A UNICEF define “criança-soldado” como “qualquer pessoa com menos de 18 anos
que é parte de qualquer tipo força armada regular ou irregular ou grupo armado qualquer
que seja a função que exerce, incluindo, mas não se limitando a, cozinheiros, mensageiros
e qualquer pessoa que acompanhe tais grupos, que não a família dos seus
membro.
Entre as centenas de milhares de
rapazes e raparigas recrutadas por forças ou grupos armados pelo mundo fora nem
todos participam ativamente em combates. A muitos são dadas tarefas de apoio,
como a de moverem soldados feridos para fora das linhas de batalha, de
transportarem munições, de espiarem os inimigos ou servirem de mensageiros e,
no caso das raparigas, forçadas à servidão sexual. Mas todos testemunham atos
de violência ou são obrigados a cometê-los.
Os efeitos psicológicos do serviço
militar numa criança que foi soldado são muito variados, devido aos atos de
violência brutal a que foram sujeitos. As repercussões desses atos são
significativas, já que decorrem num período de formação da personalidade. Podem
manifestar-se por choros constantes, pesadelos recorrentes, podem ter
depressões, deixar de rir, ter falta de apetite, falta de concentração na
escola e um comportamento retraído. Se não forem combatidos os danos
psicológicos podem ter consequências duradouras.
A solução para as sequelas
psicossociais da participação das crianças nos conflitos em grande parte e
necessariamente é levada a cabo por um plano nacional e da comunidade. Todos os
programas devem partir de uma perspetiva a longo prazo.
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domingo, 9 de dezembro de 2018
Dia Internacional dos Direitos Humanos
O Dia
Internacional dos Direitos Humanos é celebrado anualmente a 10 de dezembro,
honrando o dia em que a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou, em 1948,
a Declaração Universal dos Direitos Humanos, onde se enumerava os direitos
básicos que devem assistir a todos/as os/as cidadãos/ãs.
Os direitos humanos são os direitos e liberdades básicas que todos os
seres humanos têm de forma a garantir uma vida digna. De certa forma estão
relacionados com os princípios de liberdade de pensamento, de expressão, de
igualdade perante a lei e de respeito em relação a outra pessoa, merecendo cada
pessoa ser respeitada com dignidade.
Desta forma, os direitos humanos baseiam-se nos pilares essenciais da
humanidade: a liberdade e a plena igualdade entre todos os seres.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos é um documento que marca a
história dos Direitos Humanos, estabelecendo a sua proteção universal e
salvaguardando as injustiças vivenciadas em várias partes do mundo.
A igualdade é um dos princípios base que orientam os Direitos Humanos. Remete-nos,
igualmente, para o facto de ninguém ser beneficiado ou prejudicado por causa da
sua idade, sexo, deficiência, estado civil, profissão, entre outros.
Torna-se assim urgente a construção de uma sociedade que tenha presente a
cidadania e a garantia dos direitos humanos. Para tal, é necessário que cada
cidadão/ã acredite e lute por uma sociedade justa e solidária, que promova uma
nova consciência crítica.
A lei trata todos por igual. Todos temos os mesmos direitos e deveres
qualquer que seja a ascendência, sexo, raça, religião ou convicções políticas
de cada um. Isto é o princípio da igualdade.
Porém infelizmente a sociedade não age de acordo com o que a lei prevê
que seja feito, por isso dia após dia são noticiados casos de privação dos
direitos humanos de várias formas.
Na vida quotidiana vemos e convivemos com tantas situações de desrespeito
de agressividade, o que é extremamente preocupante pois temos normalizado a
falta de cumprimento dos direitos humanos, e habituamos nos a sermos coniventes
com situações de discriminação.
Não devemos entrar para o ciclo, estar confortáveis em ver o sofrimento
dos outros, que todos os dias são desrespeitados agredidos violados. É altura
de defender a igualdade praticada não só a falada, de revermos conceitos e
fazer introspeções.
Uma dica para reflexão, sempre que ouvir, ver, ler algum episódio de
incumprimento dos direitos seja ele de que fórum for, pergunte-se “e se fosse
comigo?”.
Lembrem- se: Somos todos
diferentes, mas somos todos iguais!
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